![]() |
|
|
|||||||||||||||
|
|
|
||||||||||||||||
|
Rio de Janeiro,
|
|||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|||
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
||||
|
|
|
|
|
|
|
|||
|
|
|
||||||
|
|
|
|||||||
|
Oxigenando o mercado A sensação que tenho quando olho para 2007 é de que um vendaval passou e chacoalhou as estruturas do mercado. O Pride acabou, O UFC dominou o mundo, vários eventos fizeram parcerias, organizações menores foram compradas e novas iniciativas vieram à tona. No Brasil tivemos muitos reflexos dessas mudanças e nunca houve tanta oportunidade para os lutadores. Mas o fenômeno que mais chamou a atenção foi o que modificou a estrutura das equipes. As duas maiores, BTT e Chute Boxe, terminaram o ano passado em ritmo de reestruturação. E na esteira de mudanças várias equipes se fundiram, dividiram ou ainda mudaram de nome. Isso sem falar naquelas que surgem capinateadas por expoentes como Wanderlei Silva, Zé Mário Sperry, Mauricio Shogun e Rodrigo Minotauro. Tais mudanças não devem ser vistas como sintoma de enfraquecimento do mercado. Pelo contrário. Trata-se de um ajuste natural e que deve trazer mais benefícios do que se imagina. Quando tínhamos inflação desenfreada no Brasil, os bancos não precisavam fazer muito esforço para ganhar dinheiro. Simplesmente aplicavam os recursos faturavam horrores. Com a inflação controlada, tiveram que aprender a oferecer vantagens aos seus clientes, a tratá-los com mais atenção e a operarem com uma administração mais enxuta e eficiente. Alguns bancos quebraram, outros se fundiram e outros novos surgiram no mercado. O processo de reestruturação das equipes de Vale-Tudo deve seguir o mesmo caminho. Não há mais espaço para equipes viverem de nome ou grife. Elas terão que oferecer vantagens a seus integrantes e conquistar espaço com resultados práticos. Terão que aprender a tratar seus atletas com profissionalismo, com contratos claros, suporte técnico e físico e muita atenção. Caso contrário perderão terreno no mercado para quem estiver trabalhando dessa forma. E a recíproca também se faz valer. O lutador que não for honesto com a equipe que estiver representando, que não se disciplinar e não se aplicar nos treinos tende a perder espaço e oportunidades. O mercado está se expandindo e se profissionalizando. A boa notícia é que os japoneses estão reagindo e isso deve oxigenar o mercado como um todo. Estaremos aqui para acompanhar cada detalhe e trazer as notícias em primeira mão aos nossos leitores. Um excelente 2008 a todos e até o mês que vem.
José Mauricio Costa |
|
|||||||
|
EDITORIAL |
|
|||||||
|
|
|
|
||||||
|
|
|
|
||||||
|
|
|
|||||||