![]() |
|
|
|||||||||||||||
|
|
|
||||||||||||||||
|
Rio de Janeiro,
|
|||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|||
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
||||
|
|
|
|
|
|
|
|||
|
|
|
||||||
|
|
|
|||||||
Por um meio mais profissional O nosso mercado do Vale-Tudo vive se equilibrando na dicotomia ética x crescimento. Dois fatores que deviam estar unidos, caminhando juntos mas que, infelizmente, estão na maioria das vezes em pólos opostos quando o assunto é Vale-Tudo no Brasil. Falo, de uma maneira global, da postura de técnicos, empresários, promotores e atletas. Às vezes parece que esses quatro elementos são adversários em uma prova de 100 metros rasos. Quem chegar primeiro ganha. Se o promotor conseguir chegar primeiro no atleta, sem precisar falar com seu técnico, ponto para ele. Se o técnico conseguir driblar o empresário do seu lutador e chegar primeiro no promotor do evento, ponto para ele. Se o empresário conseguir aliciar um lutador sem que o técnico e o seu verdadeiro empresário saiba, ponto para ele. E vendo tudo isso acontecer, o atleta segue a cartilha à risca e vai com quem chegar primeiro ou lhe oferecer mais dinheiro. O resultado disso é um ambiente prostituído em que ninguém confia em ninguém. Na época em que criei a agência B-Tough, em 2005, minha motivação era oferecer algo diferente disso ao mercado. Sorte nossa, outras iniciativas como a Kobushi, do amigo Mauricio Netto, e a postura ética de uma nova geração de empresários e promotores como Carlos Malta, Victor Costa, Alessandro Renner, Fepa Lopez, entre outros, começa imprimir contornos mais profissionais à essa realidade. Na outra ponta, as equipes também começam a se organizar mais nesse sentido. Peço desculpas pelo tom de desabafo, mas enquanto o mercado de Vale-Tudo no Brasil for do tamanho de uma rosquinha, mesmo aqueles que não têm na ética sua mais habitual qualidade deviam colocar a mão na consciência e trabalhar pelo crescimento. Se cada um puxar apenas para o seu lado, a rosquinha se parte e caem todos de bunda no chão lamentando o quanto esse mercado é difícil. Para encerrar de forma mais branda, parabenizo nossos heróis do Pan, em especial os lutadores que nos trouxeram uma chuva de medalhas. Tenham uma boa leitura e até a próxima!
José Mauricio Costa |
|
|||||||
|
EDITORIAL |
|
|||||||
|
|
|
|
||||||
|
|
|
|
||||||
|
|
|
|||||||