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Rio de Janeiro,
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VT sem luvas nem tempo na web José Maurício Costa
No dia 30 de junho, as 20 horas, em um estúdio em Osasco (SP), um grupo de atletas se preparava para lutar a sexta edição do Rio Heroes. Um torneio de oito lutadores com R$ 3.200 de prêmio para o campeão. Até aqui tudo parece normal, não fosse pelo fato de o evento em questão promover lutas sem sem bilheteria, sem luvas, sem tempo limite para os combates e sem regras. O Jornal do Vale-Tudo esteve lá para conferir de perto e trazer, em primeira mão, os detalhes desse evento que já começa a provocar grande polêmica nos cenários nacional e internacional. Promovido pelo faixa preta de Jiu-Jitsu Jorge Pereira, que mora em Miami há 8 anos, o Rio Heroes se define como “um evento de Vale-Tudo a moda antiga”. Na visão de Pereira, a evolução do Vale-Tudo como esporte compromete a eficiência das artes marciais: “O Vale-Tudo nasceu no Brasil como uma luta onde os lutadores eram guerreiros e entravam ali para dar tudo de si. O excesso de regras transformou o Vale-Tudo em algo irreal, hollywoodiano. O Rio Heroes está resgatando as origens do verdadeiro Vale-Tudo”, ressalta. (...) Leia a íntegra desta matéria na edição nº 12 do Jornal do Vale-Tudo
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