![]() |
|
|
|||||||||||||||
|
|
|
||||||||||||||||
|
Rio de Janeiro,
|
|||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|||
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
||||
|
|
|
|
|
|
|
|||
|
|
|
||||||
|
|
|
|||||||
|
André Pederneiras Quando se é um peso leve dentro do mundo das lutas, você já sabe que a gama de lutadores dessa categoria é enorme. Você vê em grandes eventos que um atleta peso pesado que perdeu várias vezes, continua lutando os grandes eventos porque sempre existe uma maior carência de peso-pesados. Já a quantidade de leves é muito maior do que pesados e a renovação é muito grande. A cada hora aparece um peso leve duro e então se você perde hoje uma luta nessa categoria, para voltar ao cenário de top 10 não é fácil, demora. O que eu aconselho aos pesos leves é estarem sempre prontos para lutar contra adversários de nome. Se você perder para um atleta de nome, você perdeu para um cara bom. Já enfrentando e perdendo para alguém sem expressão, você acaba se colocando abaixo de um lutador desconhecido. (...) Leia a íntegra deste artigo na edição nº 9 do Jornal do Vale-Tudo
|
|
|||||||
|
EDITORIAL |
|
|||||||
|
|
|
|
||||||
|
|
|
|
||||||
|
|
|
|||||||